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EDIÇÃO 3

E3-01 Sublimação do resto: a transformação pela arte

 

“Toda arte se caracteriza por um certo modo de organização em torno do vazio.” – François Regnault

 

Laila Sampaio Parreiras[i]
Larissa Abreu Luciano Ferreira
Rúbia Ingrácia Athayde da Cunha
Sarah Luisa de Noronha Veloso
Vanessa Cristina Soares Machado
Inês Seabra[ii]
  

RESUMO
Este artigo tem por objetivo analisar, à luz da Psicanálise, o documentário “Lixo Extraordinário”. A partir do filme, nos interrogamos sobre a função da arte para promover uma discussão sobre a ética nas relações. Para tal, relacionamos o documentário com as temáticas da ética, da sublimação e do capitalismo na sociedade moderna. 

Palavras-chave: Sublimação, Capitalismo, Lixo, Resto, Ética, Arte, Sujeito.

 

INTRODUÇÃO

“Filmado ao longo de dois anos (agosto de 2007 a maio de 2009), Lixo Extraordinário acompanha o trabalho do artista plástico Vik Muniz em um dos maiores aterros sanitários do mundo: o Jardim Gramacho, na periferia do Rio de Janeiro. Lá, ele fotografa um grupo de catadores de materiais recicláveis, com o objetivo inicial de retratá-los. No entanto, o trabalho com esses personagens revela a dignidade e o desespero que enfrentam quando sugeridos a reimaginar suas vidas fora daquele ambiente. A equipe tem acesso a todo o processo e, no final, revela o poder transformador da arte e da alquimia do espírito humano”[iii]. 

Vik faz uma seleção minuciosa de quais personagens do Jardim Gramacho seriam fotografadas para a realização do trabalho artístico. Durante o documentário, o artista nos apresenta Tião, Zumbi, Magna, Isis e Suelen, os catadores de material reciclável, vulgo “lixo”. 

A proposta de Vik foi de fazer com que os retratos desses trabalhadores fossem utilizados como moldes para a construção da arte que foi montada a partir da utilização do lixo recolhido no aterro sanitário. O resultado deste trabalho teve uma repercussão internacional, e uma das obras foi vendida e bem avaliada em um leilão no Reino Unido.

 

A SUBLIMAÇÃO 

Para Laplanche (1992), sublimação[iv] é o processo que explica as criações humanas que não têm relação explícita com um outro destino dado à sexualidade. Surge de uma derivação da pulsão sexual, uma vez que esta só é sublimada se tiver como objetivo não a satisfação imediata, mas a construção de produções socialmente valorizadas. A arte moderna é um exemplo desse tipo de deslocamento, em que a transformação de vários objetos é considerada arte, não só a pintura e a escultura com as técnicas tradicionais. 

Segundo Roudinesco (1998), ao conceituar a sublimação em 1905, Sigmund Freud teve como objetivo especificar como surgiam as criações artísticas, intelectuais e literárias. O termo “sublimação” foi criado para definir, principalmente, o enobrecimento dos homens, porém restringia-se aos criadores e artistas. Segundo Nasio (1989), a sublimação é um conceito fundamental para a psicanálise:  

É a única noção psicanalítica capaz de explicar que obras criadas pelo homem – realizações artísticas, científicas ou mesmo esportivas -, distantes de qualquer referência à vida sexual, sejam produzidas, ainda assim, graças a uma força sexual nascida de uma fonte sexual. As raízes e a energia do processo de sublimação, portanto, são pulsionalmente sexuais (pré-genitais: orais, anais, fálicas), enquanto a conclusão desse processo é uma realização não-sexual conforme aos ideais mais consumados de uma dada época. […] O conceito de sublimação responde fundamentalmente à necessidade, para a teoria psicanalítica, de dar conta da origem sexual do impulso criador do homem (NASIO, 1989, p.77 -78). 

Além dessa conceituação, há um segundo aspecto citado por Freud (1976), considerando que a sublimação é, também, uma das defesas do eu que funcionava inversamente à descarga completa da pulsão. Sendo assim, a sublimação possui dois vieses de pensamento: a sublimação é a forma positiva e elaborada da pulsão direcionada à sociedade ou é um mecanismo de defesa mediador dos excessos da pulsão. 

Nasio (1989) aponta que frente aos excessos do conteúdo sexual, à sua descarga direta e total, e ao sofrimento de não-satisfação que este conteúdo pode causar, o sujeito se protege por meio dos mecanismos de defesa associadas às barreiras psíquicas. Esses mecanismos podem ser: reversão em seu oposto, retorno em direção ao próprio eu, o recalque e a sublimação. 

O processo da sublimação consiste em uma mudança de alvo, um desvio; aquela pulsão que possui o objetivo de satisfação sexual é desviada para uma finalidade não-sexual, de forma a ser bem vista socialmente, como uma produção das pulsões inconscientes. Freud (1914/1986)[v] explica que “a sublimação é um processo que diz respeito à libido objetal e consiste no fato de o instinto se dirigir no sentido de uma finalidade diferente e afastada da finalidade da satisfação sexual”. O autor formula que esse processo consiste na obtenção de prazer por meio de atividades psíquicas superiores, intelectuais, artísticas, científicas ou ideológicas. É essa mudança de um alvo sexual para um não-sexual tem um papel de suma importância para a civilização. 

Segundo a teoria psicanalítica de Freud (1905/1986), o mecanismo da sublimação se torna possível mediante a sexualidade infantil. Ao passar pela fase fálica[vi], a criança constata a diferença sexual, ela teoriza sobre o nascimento dos bebês e tem-se origem o período das pesquisas sexuais infantis, é neste contexto que surge a pulsão do saber, explica Cruxên (2004). A criança vai usar da energia pulsional, da escopofilia, sublimada no período de latência em epistemofilia (amor ao saber). No período de latência, a criança evita o corpo para não entrar em contato com qualquer conteúdo sexual, sendo assim ela irá mudar o foco da libido como uma das maneiras de postergar o contato com o conteúdo sexual.  

Nasio (1989) descreve as duas condições para que haja a sublimação. A primeira delas é o que ele chama de “intervenção do eu narcísico”; para que seja feita a mudança de alvo do processo, é necessário que o sujeito retire a libido investida no objeto sexual, fazendo com que ela volte ao próprio sujeito para posteriormente ser direcionada a um objeto não-sexual. O narcisismo se faz necessário na medida em que a libido precisa retornar ao sujeito para que haja a troca de alvos, e, consequentemente, a dessexualização. 

A segunda condição descrita pelo autor citado é a necessidade do ideal do eu para dar origem e continuidade ao processo da sublimação. O ideal do eu, formado a partir da passagem pelo Complexo de Édipo, é o que vai fornecer ao sujeito o ideal da cultura e do simbólico, fornecendo referência à subjetivação da identificação da criança com o masculino ou feminino de acordo com a sociedade vigente. É a partir do Ideal do Eu que surge a passagem de uma satisfação sexual para outra intelectual. “Esses ideais sociais, interiorizados e inscritos no eu do criador, são parte integrante da formação psíquica fundamental que Freud denomina de ideal do eu” (NASIO, 1989, p. 86). No entanto, vale lembrar que uma vez que é desencadeada a sublimação, o ideal do eu deixa de lado o processo por ele iniciado.  

Para Nasio (1989, p.87), Lacan considera que a sublimação “eleva o objeto à dignidade da coisa”. Nasio (1989, p. 87) explica que a obra da sublimação vai iniciar no observador o mesmo desejo do criador ao construí-la.   

Elevar o objeto narcísico à dignidade da Coisa quer dizer, então, que a marca do eu do criador, objetivada na obra de arte, abre no outro a dimensão intolerável de um desejo de desejo, de um desejo em suspensão, sem nenhum objeto designado. O objeto imaginário e narcísico, verdadeira condensação dos três componentes que são a força pulsional, o narcisismo do criador e a forma acabada da obra, dissolve-se e se dissipa então no vazio da emoção intensa e poderosa que suscita no admirador fascinado.  

No documentário, Vik destina ao lixo um lugar sublime. É por meio dessa retirada do excesso que, ao mesmo tempo, aponta para o objeto de arte, que surge o sujeito e o desejo. Este é justamente o método do analista e do artista. No documentário, a violência é retomada pelo viés da arte, por meio das imagens de Sebastião Salgado, Marat, Basquiat etc. A arte subjetiva um pouco a violência sem palavras da guerra, da pobreza, das tragédias, do lixo.

 

O CAPITALISMO 

O capitalismo é o sistema econômico e social que surgiu na Europa entre os séculos XI e XV. Na Baixa Idade Média, o Sistema Feudal entrava em crise devido ao crescimento demográfico, o aumento da produção e o nascimento do comércio. Devido à tamanha crise, os servos se viam obrigados a fugir dos nobres em detrimento à grande exploração por eles sofrida; a consequência dessa fuga, somada com a intensificação das atividades comerciais, fez surgirem novas cidades, denominadas burgos, que fortificavam seus moradores, os burgueses. Com o tempo, esses burgueses começaram a acumular capital, formando o que hoje conhecemos burguesia.

Marx, um dos principais teóricos da humanidade, desenvolveu estudos grandiosos sobre a questão do capitalismo e da classe burguesa, construindo conceitos que hoje são essenciais para o entendimento dessa temática, como a alienação e o papel da ideologia no sistema capitalista. Segundo Quintaneiro (2002, p. 47): 

A sociedade capitalista baseia-se na ideologia da igualdade, cujo parâmetro é o mercado. De um lado, está o trabalhador que oferece no mercado sua força de trabalho, do outro, o empregador que a adquire por um salário. A idéia de equivalência na troca é crucial para a estabilidade da sociedade capitalista. Os homens aparecem como iguais diante da lei do Estado […]. Mas, embora o processo de venda da força de trabalho por um salário apareça como um intercâmbio entre equivalentes, o valor que o trabalhador pode produzir durante o tempo que trabalha para aquele que o contrata é superior àquele pelo qual vende suas capacidades.

 

Tal conceito de ideologia se relaciona diretamente com o conceito de alienação.  

Alienação: […] ação pela qual um indivíduo, um grupo, uma instituição ou uma sociedade se tornam alheios, estranhos, enfim, alienados aos resultados ou produtos de sua própria atividade, natureza na qual vivem outros seres humanos e também a si mesmos. (BOTTOMORE, 1988, P.5) 

Em condições de alienação, o trabalho faz com que o crescimento da riqueza objetiva se anteponha à humanização (do homem e da natureza), sirva crescentemente como meio de exploração (ao transformar-se em capital), e só se realize como meio de vida. […] O propósito último da crítica-prática é mostrar o caminho da humanização, a fim de que os homens possam assumir a direção da produção, orientando-a segundo sua vontade consciente e suas necessidades e não de acordo com um poder ‘externo’ que regule a atividade que caracteriza a espécie. (QUINTANEIRO, 2002, p. 54) 

De acordo com Quinet (1999), o capitalismo possui uma política liberal, do neo-liberalismo, em que cada um é por si e contra todos. Dessa forma, o capitalismo é segregador na medida em que é regulado pelo mercado, separando os que têm acesso aos produtos da ciência, dos que não têm.  

O discurso capitalista esclarece uma concepção de funcionamento social em que o indivíduo se adapta a uma realidade dada. Privilegia não o sujeito, mas o indivíduo consumidor que, em sua dimensão de consumido, não encontra lugar para o seu pathos (sofrimento), para formular demandas, remetido que fica à colagem do objeto da demanda ao objeto do consumo. (ROSA, et.al, 2005, p. 39)

 

O LIXO EXTRAORDINÁRIO

A realidade mostrada no documentário mostra o resultado do sistema capitalista dominante no mundo. O Brasil é um país que vem crescendo de forma progressiva, mas apresenta uma das principais características do capitalismo: a divisão desigual de renda. 

O filme “Lixo Extraordinário” apresenta o resto do que é consumido pelos que têm, em detrimento dos que não têm. As pessoas que trabalham no Jardim Gramacho vivem do resto e estão misturadas a esse resto. Essa afirmação pode ser percebida na cena em que se mostra o aterro sanitário, à distância. Nesta imagem, não se tem a distinção do que é lixo, do que é gente. 

Ao se aproximar daqueles trabalhadores, o artista Vik Muniz faz a proposta de um trabalho que transforma o resto em arte. Os quadros, quando vistos de longe, propiciam ver os retratos que foram compostos pelos restos deixados pelos outros. Entretanto, não se observa uma identificação das pessoas retratadas com o que é produzido por aquele trabalho artístico. Elas não se reconhecem ali, na medida em o trabalho não produz ressonância em suas vidas cotidianas. Assim, pergunta-se: Qual o resultado deste trabalho? A cozinheira fala deste estranhamento, quando diz que o seu retrato vai aonde ela nunca foi. Após o encerramento do trabalho, ela voltou a cozinhar para as pessoas que trabalham no Jardim Gramacho. O trabalho, a obra de Vik, vira também um resto, um retrato na parede. 

A sociedade permeada pelo discurso capitalista, de acordo com Quinet (1999, p. 4),

ao colocar a mais-valia no lugar da causa do desejo, essa sociedade transforma cada um num explorador em potencial de seu semelhante para dele obter um lucro de um sobretrabalho não contabilizado.  

Os trabalhadores do Jardim Gramacho denunciam o real insuportável que quer ser tamponado pelo discurso capitalista, o sujeito da falta, que ali aparece no meio de tantos restos. O capitalismo trabalha com a ideia de completude, já que preconiza a possibilidade do sujeito consumir o que deseja. Portanto, “o sistema capitalista incita a produção de um indivíduo, um sujeito não dividido, mas fundido com seu objeto, um objeto que se pode comprar.” (ROSA, et al., 2005, p. 39). 

Assim, a realidade do lixo pode apresentar-se como ameaçadora para o narcisismo do sujeito, que terá que se deparar com a diferença do outro. Tal realidade adversa poderá reacender a angústia de separação, e a ilusão de uma relação em um mundo ideal pode dar lugar ao terror paranóide, conforme afirmado por Fagundes (2006, p. 30).  

Diante disso, vemos que o artista apenas convida as pessoas que trabalham com o lixo para viverem a experiência sem saberem que ia acontecer com elas ao final. Ele lhes apresenta algo que é valorizado pela sociedade capitalista, a arte, sociedade essa que não quer se a ver com os restos que produz. O lixo é algo com o que não queremos nos dar, pois é aquilo que as pessoas rejeitam. Mas a obra de arte feita com os restos deixados pela sociedade de consumo capitalista pode ser valorizada, se o artista tiver a sensibilidade, que Vik teve de retirar a imagem bela do lixo. 

No Brasil, muitas pessoas vivem no lixo e do lixo, usando-o como recurso para sobrevivência. Os trabalhadores do Jardim Gramacho dão tratamento ao lixo produzido pelos outros, o que é de grande importância do ponto de vista ambiental, mas ao representarem a divisão socioeconômica existente, são eles os excluídos do consumo dos quais vivem dos restos. A questão do Brasil é mais social do que econômica, o problema da divisão de riquezas é grave, e as pessoas do lixo representam essa desigualdade. O documentário traz o lado da construção da obra de arte, a sublimação, frente ao real do lixo.  

As obras de arte são valorizadas pelo público, mas os personagens retratados continuam excluídos do consumo capitalista, já que fazem parte dos que não têm o capital. Podemos ver aí a violência do sistema capitalista e seu discurso, que produz excluídos e alimenta o mercado com essa exclusão do capital e dos bens de consumo. A violência desse discurso está na apresentação de uma realidade indiscutível, em que a verdade do sujeito deverá passar pela lógica do capital e do lucro. As mulheres retratadas no filme citaram por diversas vezes que seria melhor trabalhar com o lixo do que serem prostitutas, já que o estudo e melhores chances profissionais não pertenciam à gama de escolhas ofertadas a elas, explicitando também o modo como a moral da classe média é valorizada no discurso de quem está equiparado ao que é excluído dessa sociedade. 

Os discursos que são expostos aos sujeitos do capitalismo avançado indicam o modo de laço constituído por uma cultura que os empurra violentamente para o gozo, sob a forma de consumo, de lucro ou de sofrimento (ROSA, et.al, 2005, p. 35). 

“Na violência o sujeito é colocado em posição de não poder obter prazer ou de só buscá-lo como defesa contra a morte” (FAGUNDES, 2004, p. 29). Assim, o sujeito é destituído do lugar de sujeito desejante, ficando na posição de objeto. 

Assim, os trabalhadores poderão se identificar com a posição de objeto, de resto, de nada. Mas, o trabalho com a arte propõe outra saída: a via da sublimação. O discurso capitalista ao contrário deixa de fora o sujeito, o exclui. 

No filme, todos os personagens são pessoas simples, com nomes de deuses ou nomes pompososZumbi, Magna, Isis e Suellen. Devemos pensar na questão do nome como forma de elevar a pessoa a uma condição diferente da que ela ocupa na realidade, em que o significante empresta ao sujeito uma identidade, uma significação. 

A contradição ali aparente é que traz a riqueza do filme: anonimato e identidade acontecendo ao mesmo tempo, a valorização de uma profissão não muito valorizada traz identidade para seus atores. 

Várias questões continuam sem uma resposta apenas. Seria apenas uma via sublimatória ou serviria ao sistema? A arte teria que ser politizada? E o que seria a “política” da arte? O documentário foi uma via social utilizada para a promoção do artista na sociedade ou a intervenção que ele promoveu realmente mudou as pessoas? A arte reproduzindo a violência ou reproduzindo o sofrimento, ou a arte como intervenção no espaço urbano, na comunidade, como nos propôs Vik Muniz, sempre modifica a realidade dos que entram em contato com ela.

 

CONCLUSÃO

Certamente que as intervenções podem não se constituir como saídas sublimatórias para todos, mas a arte pode ser mais um recurso para o sujeito lidar com a realidade insuportável, com as violências sofridas em diversos níveis e contextos.  

A arte não tem idade, nem cor, nem sexo, nem classe social. A arte possibilita que alguém como Vik saia de um lugar hostil onde viveu para recriar outras e novas realidades, que nos emocionam e embelezam a tristeza do mundo à nossa volta.

 

REFERÊNCIAS 

BOTTOMORE, Tom (org.) Alienação. In: ______. Dicionário do Pensamento Marxista. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor. 2. Ed. 1988. cap. 1, p. 5 – 8.

FAGUNDES, José Otávio. A psicanálise diante da violência. In: KHOURI, Magda Guimarães. Leituras Psicanalíticas da Violência. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2004. p. 21-39.

FREUD, Sigmund (1905). A sexualidade infantil. In: Um caso de histeria, Três ensaios sobre a teoria da sexualidade e outros trabalhos. Edição Standard brasileira das obras psicológicas completas de Sigmund Freud: Rio de Janeiro: Imago, 1986. Versão Eletrônica: CD ROM.  

FREUD, Sigmund (1915). Os instintos e suas vicissitudes. In: A história do movimento psicanalítico, artigos sobre metapsicologia e outros trabalhos. Edição Standard brasileira das obras psicológicas completas de Sigmund Freud: Rio de Janeiro: Imago, 1986. Versão Eletrônica: CD ROM.  

FREUD, Sigmund. Neurose e Psicose. In____.O Ego e o Id e Outros trabalhos. Vol 19. Rio de Janeiro: Imago Editora, 1976. p. 185 – 234. 

LAPLANCHE, J. A sublimação – Problemáticas III. (Tradução Álvaro Cabral). 1ª Edição brasileira. São Paulo: Martins Fontes, 1989. p. 1-212.

LIXO EXTRAORDINÁRIO. Direção: Karen Harley, João Jardim, Lucy Walker. Produção: Hank Levine, Angus Aynsley. [S.I.]: O2 Filmes / Brasil, Reino Unido 2010. 1 DVD. 

NASIO, Juan David. Os 7 conceitos cruciais da psicanálise. 2ª edição. 1989. Jorge Zahar Editor: Rio de Janeiro. 171 p. 

QUINET. Antonio. A ciência psiquiátrica nos discursos da contemporaneidade. Disponível em: <http://www.estadosgerais.org/historia/161-a_ciencia.shtml.> Acesso em: 16 abr. 2011. 

ROSA, Miriam Debieux, CARIGNATO, Taeco Toma, BERTA, Sandra Letícia. Ética e política: A psicanálise diante da realidade, dos ideais e das violências contemporâneos. Ágora. Rio de Janeiro: Janeiro/junho, vol. IX,  n.01, jun. 2006. 

SINOPSE. O LIXO EXTRAORDINÁRIO. Disponível em:

<http://www.lixoextraordinario.net/filme-sinopse.php&gt;. Acesso em: 17 abr. 2011. 

SUBLIMAÇÃO. Laplanche, J. In:­­­­­______. Vocabulário de Psicanálise. São Paulo: Martins Fontes, 1992, p. 494 – 497. 

SUBLIMAÇÃO. Roudinesco, E. In:______. Dicionário de Psicanálise. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 1998, p. 734-735. 

QUINTANEIRO, Tania (org.) Karl Marx. In: ______. Um toque de clássicos: Marx, Durkheim e Weber. Belo Horizonte: Editora UFMG. 2002. cap. 1, p. 27-65.


[i] Acadêmicos do 9º período do curso de psicologia do Centro Universitário Newton Paiva

[ii] Professora Supervisora do curso de Psicologia do Centro Universitário Newton Paiva

[iv] Termo derivado das belas-artes (sublime), da química (sublimar) e da psicologia (subliminar), para designar ora uma elevação do senso estético, ora uma passagem do estado sólido para o estado gasoso, ora, ainda, um mais-além da consciência. (ROUDINESCO, 1998, p. 734).

[v] CD-ROM

[vi] Conceito aprofundado por Freud em A sexualidade infantil, 1986

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A REVISTA DE PSICOLOGIA é uma publicação do Curso de Psicologia e desenvolvida pelo Núcleo de Publicações Acadêmicas do Centro Universitário Newton Paiva